
Essa influência dos desenhos e de diversos programas de televisão nas crianças acarreta problemas que podem ser vistos a longo prazo.
Mas tem quem discorde dessa influência duradoura. A opinião da equipe do Laboratório de Pesquisa sobre Infância, Imaginário e Comunicação (Lapic) da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP – que tem como principal objeto de estudo a televisão – é unânime: a TV não possui esse poder de influência a longo prazo.
A psicóloga e coordenadora do Lapic, professora Elza Dias Pacheco, é adapta a mesma opinião, relata que a criança faz a distinção entre o real e a ficção antes até dos 6 anos e que a influência no comportamento poderia ser, no máximo, momentânea. “Hoje em dia não é possível fazer pesquisas desse tipo”, diz ela. “A sociedade multicultural e globalizada se transforma rapidamente” (FISCHER, 2002, p.151 – 162)
O Lapic (Laboratório de Pesquisas e Infância, Imaginário e Comunicação), encara a televisão como um meio de influência sobre a criança, tanto quanto vários outros instrumentos que ela utiliza para a construção e a compreensão da realidade. “Na TV, as crianças têm uma série de estímulos e ela poderá se tornar algo positivo se houver um diálogo, uma mediação vinda dos adultos próximos, dos pais, da escola” (VIANA, 2007, p.12).
O problema é que muitos pais, em razão do trabalho e dos novos papéis desempenhados na sociedade contemporânea, têm dificuldade de controlar o que os filhos assistem. Tais questões devem ser revistas, pois os pais que acompanham seus filhos têm mais condições de questionar a influência da televisão sobre as crianças e de se aproximarem do universo em que vivem.
Mas não só a família deve ser o local onde os significados da televisão podem ser contrapostos a escola também precisa estar engajada nesse “trabalho” educativo. A escola é um lugar onde a TV deveria ser profundamente compreendida (GIRARDELLO, 2005).
“Há uma dimensão educativa nos desenhos animados, principalmente se considerarmos o aspecto ativo dos valores que podem ser construídos quando a criança interage com eles. Isto, por outro lado, não pode se confundir com um tipo de pedagogia diretiva, onde o desenho animado traz valores e modelos determinados que serão copiados pela criança, no sentido de afetar e modelar sua conduta” (SALGADO, 2005, p. 8).
Podemos concluir que o desenho animado pode ser usado como ferramenta para imposição de ideologias e criação de esteriótipos de uma determinada cultura. A análise critica destas obras é de grande importância, se tomarmos como exemplo as largas produções atualmente em exibições em nossas televisões, assistidas todos os dias .
Mas tem quem discorde dessa influência duradoura. A opinião da equipe do Laboratório de Pesquisa sobre Infância, Imaginário e Comunicação (Lapic) da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP – que tem como principal objeto de estudo a televisão – é unânime: a TV não possui esse poder de influência a longo prazo.
A psicóloga e coordenadora do Lapic, professora Elza Dias Pacheco, é adapta a mesma opinião, relata que a criança faz a distinção entre o real e a ficção antes até dos 6 anos e que a influência no comportamento poderia ser, no máximo, momentânea. “Hoje em dia não é possível fazer pesquisas desse tipo”, diz ela. “A sociedade multicultural e globalizada se transforma rapidamente” (FISCHER, 2002, p.151 – 162)
O Lapic (Laboratório de Pesquisas e Infância, Imaginário e Comunicação), encara a televisão como um meio de influência sobre a criança, tanto quanto vários outros instrumentos que ela utiliza para a construção e a compreensão da realidade. “Na TV, as crianças têm uma série de estímulos e ela poderá se tornar algo positivo se houver um diálogo, uma mediação vinda dos adultos próximos, dos pais, da escola” (VIANA, 2007, p.12).
O problema é que muitos pais, em razão do trabalho e dos novos papéis desempenhados na sociedade contemporânea, têm dificuldade de controlar o que os filhos assistem. Tais questões devem ser revistas, pois os pais que acompanham seus filhos têm mais condições de questionar a influência da televisão sobre as crianças e de se aproximarem do universo em que vivem.
Mas não só a família deve ser o local onde os significados da televisão podem ser contrapostos a escola também precisa estar engajada nesse “trabalho” educativo. A escola é um lugar onde a TV deveria ser profundamente compreendida (GIRARDELLO, 2005).
“Há uma dimensão educativa nos desenhos animados, principalmente se considerarmos o aspecto ativo dos valores que podem ser construídos quando a criança interage com eles. Isto, por outro lado, não pode se confundir com um tipo de pedagogia diretiva, onde o desenho animado traz valores e modelos determinados que serão copiados pela criança, no sentido de afetar e modelar sua conduta” (SALGADO, 2005, p. 8).
Podemos concluir que o desenho animado pode ser usado como ferramenta para imposição de ideologias e criação de esteriótipos de uma determinada cultura. A análise critica destas obras é de grande importância, se tomarmos como exemplo as largas produções atualmente em exibições em nossas televisões, assistidas todos os dias .
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