
De acordo com o livro “A televisão levada a sério” de Arlindo Machado (2000) a uma proposta de examinar a televisão de uma forma diferente daquela tradicional que parte do pressuposto de que a simples existência da televisão já é, em si, um aspecto negativo. É lançado um novo olhar sobre a televisão. A televisão não é o único responsável por toda decadência observada na cultura, ela caminha juntamente com outros meios também colaboradores da crescente banalização cultural.
A televisão é apresentada, geralmente, como um meio degradado e degradante, um reflexo da própria sociedade em que está inserida. Este tipo de argumento não tem fundamento, dado que, muitas vezes, os modelos são importados e não criados nos países de terceiro mundo. A televisão não pode se definir como um veículo bom ou mau sem considerar o uso que se faz dela; para se pensar em televisão de qualidade é preciso pensar em recepção de qualidade.
Exemplos como o de acima, mostram que a televisão não pode ser considerada um meio menor, e que não pode ser excluída dos fenômenos mais importantes da atualidade. As principais críticas dirigidas à televisão decorrem principalmente do desconhecimento da diversidade existente neste meio, muitos escrevem sobre o meio sem citar um único programa. É preciso se pensar em televisão sob uma perspectiva valorativa, e para fazer isso, não há outro caminho senão lançar mão da análise de programas. Sem esse contato com o que possui o meio, colhem-se somente frutos ruins, uma vez que os estudos mostram-se superficiais. Tanto intelectuais quanto, muitas vezes, o próprio público se recusa a perceber é que há inteligência, criatividade e espírito crítico no que é produzido pela televisão. A demanda comercial e o contexto industrial não impedem o fornecimento de um serviço de qualidade.
A televisão é apresentada, geralmente, como um meio degradado e degradante, um reflexo da própria sociedade em que está inserida. Este tipo de argumento não tem fundamento, dado que, muitas vezes, os modelos são importados e não criados nos países de terceiro mundo. A televisão não pode se definir como um veículo bom ou mau sem considerar o uso que se faz dela; para se pensar em televisão de qualidade é preciso pensar em recepção de qualidade.
Exemplos como o de acima, mostram que a televisão não pode ser considerada um meio menor, e que não pode ser excluída dos fenômenos mais importantes da atualidade. As principais críticas dirigidas à televisão decorrem principalmente do desconhecimento da diversidade existente neste meio, muitos escrevem sobre o meio sem citar um único programa. É preciso se pensar em televisão sob uma perspectiva valorativa, e para fazer isso, não há outro caminho senão lançar mão da análise de programas. Sem esse contato com o que possui o meio, colhem-se somente frutos ruins, uma vez que os estudos mostram-se superficiais. Tanto intelectuais quanto, muitas vezes, o próprio público se recusa a perceber é que há inteligência, criatividade e espírito crítico no que é produzido pela televisão. A demanda comercial e o contexto industrial não impedem o fornecimento de um serviço de qualidade.
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